abril 22 2013 0Comentário

Sal Marinho

Sal – Amigo ou Inimigo

Nos últimos 50 anos, o uso do sal na alimentação tem sido cada vez mais desaconselhado e provavelmente a maioria das pessoas considera o sal como nocivo ou mesmo perigoso para a saúde. No entanto, o uso apropriado de sal e a utilização de um sal de boa qualidade podem desempenhar um papel importante, mesmo vital, na criação da saúde.  Ajuda-nos a ficar mais centrados e mais focalizados devido às suas tendências fortemente yang.  Torna os alimentos mais nutritivos, substanciais e dá energia e vitalidade. Ajuda a digestão, contribuindo para a secreção de ácido clorídrico no estômago. O sal é considerado um purificador e como tal ajuda o organismo a eliminar toxinas.

ü Aumenta os movimentos peristálticos do intestino, contribuindo para uma boa digestão.

ü Alcaliniza o sangue, um aspecto importante na manutenção da saúde e prevenção da doença, uma vez que a maioria dos alimentos modernos tende a acidificar o sangue. O ideal é o sangue a 7,45 Ph.

ü Ajuda a condução dos impulsos nervosos e também contribui para uma melhor contração muscular.

O excesso ou sal de má qualidade pode produzir os seguintes transtornos.

  • Podemos nos tornar excessivamente materialistas e gananciosos devido ao seu efeito focalizante.
  • O excesso afeta os rins, interfere com o metabolismo de absorção de cálcio e de nutrientes em geral.
  • Pode contribuir para um excessivo emagrecimento e um aspecto fraco, enquanto que em algumas pessoas produz retenção de líquido e conseqüente inchaço/obesidade.
  • O sal tem tendência para reter líquidos, pode aumentar a pressão arterial e conduzir à hipertensão, em particular quando se utiliza em excesso produto industrializado de origem animal na alimentação.
  • É importante determinar que quantidades utilizar na alimentação diária. Na realidade, a maioria das pessoas utiliza demasiado sal, particularmente sob a forma de “sal escondido” tão comum nos alimentos modernos como batata frita, pão refinado e muito em particular na “fast food”.
  • Assim, use o sal com moderação, considere que cada indivíduo tem necessidades e capacidades diferentes de lidar com ele e, acima de tudo, abstenha-se de utilizar o saleiro na mesa, uma forma particularmente nociva de utilização deste ingrediente.

A principal razão pela qual o sal tem tão má reputação é provavelmente porque o seu uso é sob a forma de sal refinado. O sal refinado (o sal que a vasta maioria das pessoas consome) consiste em 99.5% ou mais de cloreto de sódio, com a adição de dextrose (um tipo de açúcar) e produtos químicos para o estabilizarem; para, além disso, o sal refinado é geralmente aquecido a altas temperaturas, o que lhe pode alterar a estrutura química.  É preferível utiliza sal marinho integral, que tem mais 4% de outros minerais e oligoelementos, muito importantes para um bom funcionamento do organismo.

Sabe-se que o ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam freqüentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa do organismo. Na Natureza os seres vivos adquirem o cloreto sódio dos alimentos, sem precisar adicionar alguma coisa, como no caso do sal refinado usado pelo homem. Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Existe muita confusão quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro e que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial à saúde. O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são eliminados ou extraídos durante o processo industrial para a produção do sal refinado.  Durante a “fabricação” do sal são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio para prevenir o bócio como exigência das autoridades de “controle”.  Ocorre que o iodeto não é de origem natural, e geralmente é usado numa quantidade 20 % superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência cada vez maior), e nódulos de natureza diversa.  O sal marinho, não industrializado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais.  Entre uma das perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho de origem natural. Sabe-se que a escassez de magnésio no sal refinado favorece a formação de cálculos, arteriosclerose e pressão alta. O magnésio enquanto abundante no adulto é escasso em pessoas idosas. O sal refinado favorece surgimento da pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho.  O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores. O consumo de sal refinado é hoje muito exagerado.

A quantidade usada é estimada em 30 g por dia por pessoa, sendo maior se existe o costume de usar alimentos mais salgados do que o habitual. Um prato de comida contém de 8 a 10 g de sal, não estando com sabor muito salgado. Mensalmente uma pessoa consome cerca de 1 quilo de sal, o que é já um grande excesso.

Sabemos que quando um médico atende um paciente que sofre de pressão alta ele diminui ou suspende o sal, pois a sua capacidade hipertensiva já é conhecida, mas nada se faz para prevenir mais casos de pressão alta informando a população sobre os efeitos do sal.

 

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