maio 01 2017 0Comentário

Os alimentos se dividem em 4 gêneros:

Biogênicos, bioativos, bioestáticos e biocídicos.
Alimentos que geram a vida – chamados BIOGÊNICOS:
É a base ideal da nossa alimentação.
São alimentos que fornecem, que nos trazem força, energia vital pura – fornecem energia ao corpo.
São os germes e os brotos dos grãos, dos cereais, das leguminosas, das ervas e hortaliças.
No início do crescimento, as plantas são extremamente ricas em substâncias que reforçam a vitalidade das nossas células e permitem a regeneração constante (vitaminas, minerais, oligoelementos, aminoácidos, enzimas, hormônios vegetais, etc…)
Alimentos que ativam a vida – Alimentos BIOATIVOS:
Completamos a alimentação com frutas, ervas, hortaliças, cereais e nozes. São consumidos maduros, crus e bem frescos. Os cereais são moídos e deixados de molho em água.
Os alimentos biogênicos e os bioativos são ALIMENTOS VIVOS, destinados pela natureza a assegurar a vida e o bem-estar do ser humano. Seu consumo traz vitalidade e energia em qualquer idade.
Alimentos que diminuem a vida – BIOESTÁTICOS:
São os alimentos em que a energia vital foi diminuída pelo tempo (alimentos crus estocados), pelo frio (refrigeração, congelamento), ou pelo calor (cozimento).
O uso de alimentos bioestáticos é resultado de hábitos sociais. Seu consumo garante o funcionamento mínimo de nosso organismo, mas provoca o envelhecimento das células, porque não fornece as substâncias vivas necessárias ã regeneração.
Alimentos que destroem a vida – BIOCÍDICOS:
São os mais usados na alimentação moderna.
São alimentos cuja energia vital foi destruída por processos físicos ou químicos de refinação, conservação ou preparação. Os alimentos biocídicos foram inventados pelo homem. Envenenam pouco a pouco as células do corpo com substâncias nocivas.
Qualquer produto químico, mesmo que em pequenas doses, é tóxico.
Os processos modernos de agricultura e de tratamento industrial dos alimentos introduzem em nosso corpo substâncias que paralisam o instinto alimentar, perturbam a assimilação e bloqueiam a eliminação. Eles enfraquecem, pouco a pouco, a defesa do organismo. São a causa de vários problemas de saúde e abrem a porta para doenças da civilização: doenças cardiovasculares, câncer, reumatismo, diabete e outras doenças degenerativas, bem como doenças mentais – depressão, por exemplo. É o grau de vitalidade dos alimentos que conta.
Assim, o trigo germinado é biogênico, os grãos de trigo cru, deixados de molho em água, são bioativos. Cozido, o trigo é bioestático. Se for tratado com conservantes químicos, torna-se biocídico.
Uma fruta, colhida madura, é bioativa.
Depois de estocada ou cozida, é bioestática.
Conservada com agentes químicos, torna-se biocídica.

Os ALIMENTOS VIVOS (biogênicos e bioativos) fornecem energia e promovem saúde ao corpo, enquanto os alimentos bioestáticos e biocídicos tiram a energia dele. Consumidos em grande quantidade, os alimentos cuja força vital foi destruída fazem o organismo trabalhar muito para se desintoxicar e mobilizam durante horas o sistema imunológico.
Durante a digestão, provocam uma grande elevação do número de glóbulos brancos no sangue. Elevam a pressão arterial e a temperatura.
Essa estimulação pode ser agradável, já que provoca uma grande euforia, mas é seguida de um intenso cansaço. Pouco a pouco, de tanto nos estimularmos artificialmente, descarregamos nossa bateria de energia vital e ficamos vulneráveis física, emocional e mentalmente.

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